domingo, 3 de agosto de 2014

Não deixe de participar da nossa primeira enquete


Olá Amigos Leitores!

O Blog Panorama Geral quer saber sua opinião todos os meses sobre os mais diversos assuntos. Esse mês nossa primeira enquete quer saber como você avalia o trabalho da atual administração então não deixe de votar na barra ao lado. A pesquisa encerra no dia 10 de Setembro.

Cite 14 comemorou 25 anos de fundação



No último dia 18, os agricultores e integrantes do Site 14 se reuniram no salão da Igreja Luterana para comemorar os 25 anos de fundação do grupo. Durante o jantar alguns integrantes do grupo foram homenageados e receberam a Comenda comemorativa da Federacite. Estavam presentes no jantar o presidente do Cite 14, Fabricio Batista e o presidente do sindicato Rural Roberto Leitão que aproveitou para falar um pouco da luta e das conquistas dos colegas ao longo dos 25 anos.

Brigada não deu folga




O último final de semana a Brigada não deu folga para os malandros em São Vicente, foram 03 menores apreendidos por tentativa de furto e dois adultos presos, por porte ilegal de arma.  

NÚMERO DE HOMICÍDIOS CRESCE 22% NO PRIMEIRO SEMESTRE DO ANO NO RS

Com 209 homicídios dolosos (quando há intenção de matar) a mais do que no primeiro semestre do ano passado, 2014 tem alta de 22% no número de assassinatos em todo o Rio Grande do Sul. Os dados, divulgados pela Secretaria de Segurança Pública (SSP), também revelam que cresceu em 9% o furto e roubo de veículos, e em 13% as ocorrências de roubo.
MAPA: Confira os indicadores da violência na sua cidade

Nos seis primeiros meses de 2013, foram contabilizados 960 homicídios dolosos, e nesse ano, 1.169. Mesmo assim, o Rio Grande do Sul saiu do décimo para o quarto menor índice entre os 26 Estados e Distrito Federal. A média brasileira é de 154 assassinatos por dia.
O secretário da Segurança do Estado, Airton Michels, diz que a elevação preocupa, mas entende que o trabalho “rumo certo”. Ele defende uma mudança legislativa no país, que puna mais severamente quem usa armas de fogo.

Para Rodrigo Azevedo, coordenador do Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais da PUC-RS e integrante do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, há uma dificuldade, em nível nacional, de melhorar as políticas de prevenção à violência urbana. Segundo ele, após uma década de estabilização nos números de assassinatos, o aumento reflete uma necessidade de repensar o assunto:
– Isso deve ser tratado como uma situação grave, com políticas específicas para evitar homicídios.    É uma   coisa  que   deve  ser cobrada  dos  candidatos  (às eleições de outubro).    Temos de investir em delegacias  especializadas,  melhora  da  perícia e especialização da investigação criminal.


Fonte: Diário de Santa Maria

sábado, 2 de agosto de 2014

CERCA DE 47% DAS CIDADES DO RS NÃO TÊM PLANO PARA O LIXO

Prazo para acabar dom os lixões e dar destino correto aos dejetos termina neste sábado

Nenhum município brasileiro atende, na íntegra, a Lei dos Resíduos Sólidos, segundo a Confederação Nacional dos Municípios (CNM). A má notícia para os prefeitos é que o prazo para acabar com os lixões e dar destino correto aos dejetos termina neste sábado no Rio Grande do Sul. O cenário é preocupante na visão do presidente da CNM, Paulo Ziulkoski. Para ele, a legislação é inexequível, uma vez que não há recursos disponíveis para isso e nem corpo técnico para elaborar e executar os projetos. 

• Porto Alegre tem índice de recicláveis entre sete capitais brasileiras  
Diante desse cenário, a CNM busca no Congresso Nacional a prorrogação do prazo para livrar as prefeituras e os prefeitos de sanções por desrespeito à lei. A Federação das Associações de Municípios do Rio Grande do Sul (Famurs) também apoia a extensão do prazo. No ano passado fez o pedido aos Ministérios das Cidades e do Meio Ambiente e à Presidência da República. Ziulkoski entende que o período de quatro anos foi necessário apenas para as cidades avançarem na questão. Além de fechar os lixões, os municípios são obrigados a implantar a coleta seletiva, fazer compostagem com os dejetos orgânicos, articular o descarte de objetos reutilizáveis e recicláveis e elaborar os Planos de Gestão Integrada de Resíduos Sólidos. 

O prazo para a elaboração desses planos se encerrou em agosto de 2012. No entanto, uma pesquisa realizada pela CNM em municípios brasileiros com até 300 mil habitantes mostrou que 45,7% ainda não possuem plano de gestão. O Tribunal de Contas do Estado fez o mesmo questionamento às prefeituras gaúchas entre fevereiro e abril deste ano. Das 442 que deram retorno ao TCE, 211 (47%) admitiram ainda não ter conseguido cumprir com a exigência.

De acordo com cálculos da CNM, para resolver o problema dos resíduos sólidos em nível nacional seria necessário o aporte financeiro de R$ 70 bilhões. No entanto, Ziulkoski alega que o governo federal “vende uma falsa ilusão” de garantia de recursos. “Os prefeitos não acreditam mais na União. O prefeito gasta para ir até Brasília pleitear dinheiro e 97% dos projetos não saem do papel”, desabafa.,

Cinco prefeituras ainda têm pendências


Segundo a Fundação Estadual de Proteção Ambiental (Fepam), cinco cidades gaúchas ainda apresentam pendências em relação aos lixões. São Gabriel é um dos municípios que ainda possuem lixão em uso. A cidade de Santa Margarida do Sul também deposita seus rejeitos nele. Em Uruguaiana e Viamão os casos estão judicializados, buscando abertura de aterros. A situação de Ipiranga do Sul ainda consta como pendente.

Outras 458 cidades gaúchas têm destinado os resíduos aos aterros, próprios ou particulares, como é o caso de Minas do Leão, que recebe lixo de cerca de 250 cidades. Outras 12, segundo a Fepam, enviam seus lixos para Santa Catarina. “O Rio Grande do Sul é um dos estados mais avançados em relação a essa questão. Muitos outros estados têm dezenas de cidades com lixões, enquanto nós temos apenas cinco”, considera o superintendente técnico da Famurs, Edivilson Brum. Destaca que o Plano de Saneamento será obrigatório até 2015. Além dos resíduos, o programa trata do abastecimento de água, coleta e tratamento de esgoto e drenagem das águas pluviais






sexta-feira, 1 de agosto de 2014

ANVISA INVESTIGA CAUSA DA CONTAMINAÇÃO POR METAIS PESADOS EM ERVA-MATE

                                   Foto: Adriana Franciosi

 Os gaúchos ficaram preocupados com as notícias dos últimos dias sobre a presença de metais pesados na erva-mate. Uma análise de amostras do produto de 27 empresas apontou que 5,5% delas apresentaram níveis de chumbo e cádmio acima do permitido pela legislação do Mercosul. As cidades de origem e as marcas sob investigação não foram divulgadas. 

A Secretaria Estadual de Agricultura garante que, por enquanto, não há motivos para preocupação no consumo do produto. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) vai investigar a origem desta contaminação. O Ministério Público Estadual também instaurou um inquérito para apurar
o caso.

A denúncia inicial partiu do Ministério da Saúde Pública do Uruguai, que teria detectado estas substâncias no produto em uma quantidade acima dos padrões uruguaios em erva brasileira importada. O material começou a ser testado após o Uruguai barrar uma carga brasileira do produto. Mas o Instituto Brasileiro do Mate tranquiliza os mateadores. Isso porque a análise feita pela infusão e não nas folhas encontrou índices próximos de zero, segundo o presidente da entidade.

a Anvisa está tentando descobrir a causa da contaminação. Alguma das hipóteses levantadas foram chuva ácida, poluição ambiental e plantação perto de rodovias. Quatro empresas foram notificadas, mas o nome delas não será divulgado, segundo o sindicato da indústria, pois não há fraude e sim uma contaminação.
Mês de Junho foi o pior resultado das contas públicas em 12 anos

Continua repercutindo muito nesta sexta-feira a informação de que em junho, a União, os estados, os municípios e as empresas estatais não conseguiram economizar para pagar os juros da dívida pública federal. Faltaram R$ 2,1 bilhões. 

-Nos primeiros seis meses do ano, a conta está positiva, mas com o pior resultado desde o início da divulgação desses dados, há 12 anos.


- De acordo com o Banco Central, o desempenho ruim foi provocado pela queda da arrecadação, que, em parte, se deve ao desaquecimento da economia brasileira.