Na
manhã de domingo, dois caixas eletrônicos do Banco do Brasil foram arrombados
em Mata. De acordo com a Brigada Militar, três criminosos entraram no local por
volta das 6h30min e danificaram os equipamentos com uso de maçarico. Os
bandidos teriam fugido em um Siena branco.
domingo, 9 de agosto de 2015
Proposta do Executivo pode causar polêmica na Assembleia
A
proposta do Executivo, de alteração em artigo da Constituição estadual, pode se
transformar em polêmica nas discussões no plenário da Assembleia. A intenção do
governo é retirar a Companhia Estadual de Silos e Armazéns (Cesa) da lista de
estatais sobre as quais pesa a obrigatoriedade, incluída no texto em 2002, de
realização de plebiscito nos casos de venda, fusão ou incorporação.
Inicialmente, nem mesmo petistas são contra a extinção da Cesa.
Líder
da bancada do PT, Luiz Fernando Mainardi, ex-secretário da Agricultura na
gestão Tarso Genro, Pasta à qual a companhia é vinculada, afirmou que o passivo
da Cesa, considerando dívidas trabalhistas, a folha dos ex-autárquicos e
dívidas de Refis junto ao governo federal, é de cerca de R$ 30 milhões por ano.
Segundo
Mainardi, na prática, é possível vender algumas das 21 unidades da Cesa
espalhadas pelo Interior, sem alterações na legislação. O líder petista
destacou que o partido ainda não analisou o conteúdo do projeto, mas que não
deixará que seja aberto precedente jurídico para a venda de estatais
lucrativas.
quinta-feira, 6 de agosto de 2015
Conselheiro do TCE, Marco Peixoto é Denunciado por Estelionato no STJ
O
Superior Tribunal de Justiça (STJ) aceitou denúncia por estelionato contra o
conselheiro do Tribunal de Contas do Estado (TCE) Marco Peixoto. O processo
envolve a suspeita de manutenção de funcionários-fantasma na Assembleia
Legislativa.
Em
decisão emitida na segunda-feira, o STJ decidiu desmembrar o processo, mantendo
em Brasília apenas a parte relativa a Peixoto, que tem foro privilegiado no
tribunal superior. A ação contra os demais 11 réus tramitará na Justiça
Estadual.
A
investigação do caso foi concluída pela Polícia Federal (PF) em março de 2012,
quando 11 pessoas foram indiciadas. Quatro teriam recebido valores sem
trabalhar, por meio de cargos em comissão (CCs).
As
outras sete teriam envolvimento porque atestaram o trabalho, dando efetividade
aos supostos fantasmas, ou porque saberiam das irregularidades, sem
estancá-las. Esse seria o caso de Peixoto que, à época, era deputado estadual.
Quando
houve os indiciamentos, Peixoto não foi enquadrado por causa do foro
privilegiado, mas o processo traz indícios contra ele. Acabou denunciado pelo
Ministério Público Federal em Brasília e, agora, tornou-se réu por estelionato.
Contraponto
O
que diz o advogado de Marco Peixoto, Fábio Medina Osório
"Entendo
que se trata de um processo sem fundamento algum, arbitrário e injusto. Um deputado
não consegue ficar controlando a efetividade de todo seu gabinete, mormente
quando se sabe que muitos dos servidores desempenhavam à época funções externas
às dependências do Poder Legislativo."
quarta-feira, 5 de agosto de 2015
ENTRE OS 100 MELHORES COLÉGIOS DO PAÍS, RS SÓ TEM UM COLOCADO, O COLÉGIO POLITÉNICO DE SANTA MARIA
Na
comparação dos Estados, São Paulo concentra o maior número de escolas no top
100, com 29. Em seguida estão Rio de Janeiro (20) e Minas Gerais (19). O
Sudeste ficou com 70 das 100 melhores colocadas. Para conhecer a relação de
todas as escolas, de acordo com tabulação do site www.uol.com.br
Somente
o Colégio Politécnico da Universidade de Santa Maria consta da relação dos 100
melhores colégios do País, segundo a média das provas objetivas do Exame
Nacional do Ensino Médio (Enem) 2014 — Linguagens e Códigos, Matemática,
Ciências Humanas e Ciências da Natureza.
Ele
ficou em 38º lugar no ranking nacional.
O
segundo colégio do Rio Grande do Sul a aparecer na lista de todo o país é o
Leonardo da Vinci - Alfa, de Porto Alegre, na posição 171.
São
divulgados apenas os resultados das escolas que têm mais de 10 alunos e pelo
menos 50% de participação nas provas.
terça-feira, 4 de agosto de 2015
Collor é suspeito de receber R$ 26 milhões em esquema de propina
Procurador-geral da República, Rodrigo Janot, defende que os carros de luxo do senador, apreendidos no mês passado, teriam sido comprado com dinheiro em operação de lavagem de dinheiro
Investigadores
da Lava-Jato apontam que um grupo ligado ao ex-presidente e senador Fernando
Collor (PTB-AL) recebeu cerca de R$ 26 milhões em suposta propina do esquema de
corrupção da Petrobras entre 2010 e 2014. O esquema vinculado ao congressista,
segundo as reportagem da Folha de S.Paulo, envolvia assessores do Senado,
colaboradores, empresas em atividade e outras suspeitas de serem de fachada.
Senado
considera ilegal ação da PF em imóveis de senadores
O
procurador-geral da República, Rodrigo Janot, enviou pedido ao Superior Tribunal Federal (STF)
para que os três carros de luxo apreendidos do senador no mês passado - uma
Ferrari, um Porsche e uma Lamborghini - não sejam devolvidos para Collor,
indicando que os carros foram comprados com operação de lavagem.
PF
apreende Ferrari, Porsche e Lamborghini na casa de Collor
De
acordo com a reportagem, as fontes dos repasses eram contratos de troca de
bandeira de postos de combustível celebrado entre a Petrobras Distribuidora e a
DVBR Derivados do Brasil. Os representantes de Collor seguiam uma
"cartilha", com várias transações financeiras para não chamar atenção
dos órgãos de controle, como depósitos fracionados na tentativa dificultar a
identificação do esquema.
Nova
fase prende outro lobista ligado a Dirceu
Porém
um relatório do Coaf (Conselho de Controle de Atividades Financeiras)
identificou operações suspeitas nas contas pessoais do senador de R$ 798 mil,
entre 2011 e 2013, depósitos que teriam sido feitos pelo doleiro Alberto
Youssef, delator da Operação Lava-Jato.
segunda-feira, 3 de agosto de 2015
Protestos, bloqueios em rodovias e aulas suspensas: como foi a segunda-feira no RS
Os
gaúchos viveram uma segunda-feira de protestos e confusão, que começou com
bloqueios em rodovias, teve aulas e serviços prejudicados e terminou com uma
entrevista coletiva do governador José Ivo Sartori sobre o parcelamento do
salário do funcionalismo.
Na
conversa com os jornalistas, que ocorreu três dias após o anúncio da medida e
durou poucos minutos, por volta das 21h30min, Sartori anunciou a formação de um
grupo de trabalho com representantes de todos os poderes para "analisar
alternativas" à crise. Não foram apresentadas medidas concretas para
evitar o fatiamento salarial no curto prazo. Em vez disso, Sartori voltou a
pedir "compreensão" à sociedade.
Após
protestos, mobilização de servidores deve se intensificar no Interior
—
Resolvemos trabalhar coletivamente com um grupo técnico, que chamamos de comitê
técnico, com dois representantes de cada órgão para olhar a realidade
financeira do Rio Grande, analisar alternativas e encontrar saídas — disse o
governador.
Sartori
anuncia grupo de trabalho para encontrar soluções para crise
A
declaração foi feita após uma reunião a portas fechadas com integrantes das
entidades que deverão fazer parte do comitê, como Assembleia Legislativa,
Tribunal de Justiça, Ministério Público, Tribunal de Contas do Estado e
Defensoria Pública.
domingo, 2 de agosto de 2015
Liminar permite que bancos fechem se não houver policiamento nesta segunda
Decisão
da Justiça do Trabalho vale para todo o Rio Grande do Sul
Uma
liminar, deferida neste domingo pela Justiça do Trabalho, permite que os bancos
não abram nesta segunda-feira caso não haja policiamento nas ruas em função da
paralisação dos servidores da segurança pública. A decisão vale para todo o
Estado e foi concedida após ação judicial proposta pelo SindBancários e pela
Federação dos Trabalhadores e Trabalhadoras em Instituições Financeiras do Rio
Grande do Sul (Fratrafi-RS). As informações são da Rádio Gaúcha.
Como
a paralisação deve afetar serviços no Rio Grande do Sul
Segundo
as entidades, há uma preocupação com a segurança dos servidores e clientes
devido à promessa de sindicatos de que não haverá policiais nas ruas, em
protesto contra o parcelamento de salários. A orientação é que os funcionários
compareçam aos bancos para que sejam avaliadas as condições de trabalho e para
verificar se há a necessidade de dispensar os trabalhadores.
PMs
fazem operação padrão e restringem policiamento ostensivo
PMs
se negam a sair com viaturas irregulares em Pelotas e Livramento
—
Nossa preocupação é com a segurança dos colegas e dos clientes. A decisão
judicial reconhece o risco de abrir uma agência bancária sem polícia na rua. O
Judiciário teve sensibilidade para reconhecer que há muitos riscos envolvidos.
Esperamos que os bancos tenham a mesma sensibilidade e dispensem os
trabalhadores nesta segunda-feira — afirmou o presidente do SindBancários,
Everton Gimenis.
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